sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Envelhecimento de pele: As vitaminas que protegem sua pele neste verão.

A radiação ultravioleta contribui para o envelhecimento prematuro da pele. Para a prevenção e tratamento deste envelhecimento precoce, as propriedades antioxidantes das vitaminas podem dar uma grande contribuição.

Vitaminas são nutrientes naturalmente presentes em alimentos e que são essenciais a nossa sobrevivência, pois não temos a capacidade de produzi-las.

A vitamina A, além de contribuir no processo de crescimento ósseo, reprodução, divisão celular e regulação da resposta imune tem efeito na quebra do colágeno, melhora o volume epidérmico assim reduzindo o aparecimento de rugas.

A vitamina C, também conhecida como Acido Ascórbico, presente em frutas cítricas e vegetais folhosos verde escuros, é essencial na formação do colágeno e elastina, conferindo um aumento na estabilidade e diminuição na sensibilidade ao calor do colágeno o que é elemento chave no envelhecimento da pele.

A vitamina E age como antioxidante quando aplicada antes da exposição solar, protegendo assim dos efeitos deletérios da radiação ultravioleta. Regula o dano ao colágeno e elastina.

A vitamina B3 tem seu papel bem estabelecido na redução do colesterol e aterosclerose. Como tem influência positiva na produção do colágeno faz parte das vitaminas com efeito antiaging na pele.

Os estudos com esta vitamina com aplicação tópica estão apenas começando, mas parecem bastante promissores.

Temos ainda a Vitamina D com seu papel bem claro na saúde óssea aparecendo mais modernamente com ação no sistema imune, proteção cardio vascular e câncer dando sinais de ter ação no enrugamento da pele e grossura epidérmica. Neste sentido estamos aguardando resultados confirmatórios de novos estudos.

Dr. Claudio Keniger Tetelbom (CREMERS 10837)

Referencia:Journal of the American Academy of Dermatology

(JAAD);Vitamins and photoaging: Do scientific data support

their use? 2010 sept/63 507 525

domingo, 5 de setembro de 2010

Perigos das consultas com nutricionistas on-line

Basta abrir o navegador em um site de busca e digitar a palavra “dieta” para se deparar com aproximadamente 28 milhões de resultados.

Quando pesquisamos por consultas com nutricionistas, encontramos 2,12 milhões de resultados.

Algumas das páginas são meramente publicitárias, com anúncios de produtos que prometem um emagrecimento fácil e rápido, mas também é comum encontrarmos dietas prontas e ofertas de consultas com nutricionistas pela internet.

O Código de O Código de Ética do Nutricionista, definido pela Resolução CFN nº 334/04, veda, no artigo 7º, inciso XVII, a conduta.

O texto é claro: é vedado “realizar consultas e diagnósticos

nutricionais, bem como prescrição dietética, através da internet ou qualquer outro meio de comunicação que configure atendimento não presencial”.

Mesmo com essa determinação, ainda é possível encontrar na web nutricionistas que fazem consultas on-line. É preciso estar sempre atento às determinações do Código de Ética. No documento, as consultas são entendidas como assistência em ambulatório, consultório e domicílio.

O diagnóstico nutricional só pode ser elaborado a partir de dados clínicos, bioquímicos, antropométricos e dietéticos, de modo que a prescrição dietética só pode ser elaborada com base nas diretrizes estabelecidas no diagnóstico nutricional.

Uma consulta feita pela internet, sem que o diagnóstico nutricional do paciente seja levado em conta, pode ser prejudicial para a saúde. Cada pessoa tem necessidades específicas e não existe dieta padrão.

Nesses casos, o alerta fica por conta de patologias que muitas vezes nem o próprio paciente sabe que possui e que podem ser descobertas com exame, ou agravadas com a falta dele. É importante considerar ainda o preceito ético desse assunto, pois, agindo dessa forma, o profissional coloca em risco a saúde da população.

O juramento oficial dos nutricionistas é explícito: a profissão deve ser exercida com dignidade e eficiência, com o uso da ciência da Nutrição em benefício da saúde da pessoa, sem discriminações de qualquer natureza – e ainda com a promessa de ser fiel aos princípios da moral e da ética.

Fonte: Conselho Federal de Nutricionistas - n31 Ano VIII Maio - Agosto 2010

sexta-feira, 13 de março de 2009

Prevenção da Obesidade

Uma pesquisa realizada na capital baiana demonstrou que 65% dos adolescentes são sedentários, e metade deles fica mais de quatro horas diante da TV, do computador e de jogos eletrônicos.
Coordenado pela cardiologista da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Isabel Guimarães, o estudo envolveu 536 adolescentes, de 11 a 18 anos, de escolas públicas e privadas.
Os números lembrados no Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo (10 de março), chamam a atenção para a importância de iniciar a prática de exercícios físicos desde a infância.
O problema que vem acometendo cada vez mais a população infanto-juvenil é apontado pela cardiologista como um questão de saúde pública.
Segundo ela, o sedentarismo é um dos principais fatores de risco para a obesidade.

“A criança com excesso de peso tem 80% de se tornar um adolescente obeso e, conseqüentemente, um adulto nessa mesma situação”.

A cardiologista considera que o sedentarismo na infância e adolescência tende a se tornar cada vez mais comum por conta do novo modelo de vida adotado pelas pessoas.
“As crianças vivem dentro de casa. Não brincam mais nas ruas, não andam de bicicleta, não jogam bola, não correm. Ficam em casa defronte das TVs, dos computadores e dos jogos. Essa prática faz com que as crianças se tornem obesas”, ressaltou a especialista.
Hoje, cerca de 15% dos adolescentes estão com sobrepeso e 10% já são considerados obesos. Ela lembra que tem se tornado cada vez mais frequente crianças desenvolverem doenças como hipertensão, diabetes e hipercolesterolemia (elevação da taxa do colesterol ruim, o LDL).
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que, nos últimos dez anos, a obesidade infantil tem crescido entre 10% e 40% na maioria dos países europeus.

TV e Computador

O excesso de peso tem sido um verdadeiro pesadelo para Vitor Costa, de 9 anos, 18kg acima do ideal (ele tem 62kg e o recomendado é 48). Desde o nascimento, ele sofre com a obesidade e, por isso, é obrigado a fazer dietas e exercícios físicos regularmente. A doença originada de uma disfunção hormonal, fruto da herança familiar paterna, faz com que a mãe, a dona de casa Nairmeire Costa, seja vigilante da prática de atividades. “Fico no pé dele para andar de bicicleta todos os dias”, comenta a mãe. Segundo ela, o filho não abre mão de passar a manhã diante da TV. “Embora não se recuse a fazer exercício, não sai da frente da televisão assistindo ao desenho animado. Brigo muito por causa disso”, afirmou.

A adolescente Marcela Lopes, 13 anos, vive um dilema parecido. Com 12kg acima do peso ideal, ela confessa que não é amante de exercícios físicos. “Gosto mesmo é de ficar no computador. Não suporto esporte, fico cansada, mas minha mãe insiste muito, por isso, faço”, diz a menina. A mãe, Helena Lopes, 32 anos, se mostra bastante preocupada, já que não tem como monitorar os hábitos da filha por trabalhar das 8h às 18h. “Coloquei na natação, mas nem sempre ela vai. É um horror! Só quer mesmo ficar no computador. Nos desentendemos muito por causa disso”, comentou a mãe.

A prática de atividades físicas é considerada fundamental pela cardiologista Isabel Guimarães. Ela ressalta que o hábito aumenta a eficiência cardíaca e pulmonar, reduz as taxas do colesterol ruim, reduz a pressão sangüínea. Além disso, provoca a redução e a manutenção do peso, deixa os ossos mais fortes, deixa a pele mais saudável, melhora a auto-imagem e reduz a ansiedade. Ela alerta para importância de equilibrar a alimentação. “A prática de exercício físico, somada a uma alimentação adequada, pode combater a obesidade”, frisa a cardiologista.

DICAS:

Como evitar o sedentarismo
  • Compre presentes de aniversário e natal que estimulem o movimento, como patins
  • Envolva outros parentes e amigos nas suas atividades
  • Dê ênfase à diversão, não à técnica
  • Seja voluntário em eventos de atividade física na escola de seus filhos
  • Descubra atividades, na sua comunidade, como trilhas, piscinas, parques, clubes e outros
  • Planeje festas e férias onde movimentos e jogos estejam sempre presentes. Em vez de comemorar o aniversário com uma festinha, reúna os amigos e parentes e passe o dia num parque.

Hábitos alimentares importantes

  • A ingestão energética deve ser equilibrada
  • Atividades físicas e de jogos esportivos devem ser praticados diariamente
  • Evitar o sedentarismo, deixando a criança não mais do que duas horas por dia em frente à TV, ao videogame e / ou computador
  • Oferecer legumes, frutas e verduras durante as refeições
  • Leite e derivados devem ser consumidos diariamente
  • Crianças e adolescentes que apresentam hábitos alimentares inadequados devem contar com a intervenção da família
  • Os pais precisam controlar o que os seus filhos comem e quais são os momentos adequados para o consumo de cada tipo de alimento

É fundamental que os pais adotem o modelo “coma o que eu como” e não “coma o que eu mando”

Fonte: Correio da Bahia

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

JOGO DOS SETE ERROS NA COZINHA

Você guarda comida ainda quente na geladeira?
Deixa lata de leite condensado aberta?
Lava carne na pia?

Pois preste atenção no jogo dos sete erros na cozinha do Doutor Bactéria o Biomédico Dr. Roberto Figueiredo.
JOGO DOS SETE ERROS




1º erro:
Colocar carnes debaixo da torneira.Primeiro, você perde nutrientes. A carne fica esbranquiçada. Segundo: a contaminação que existe vai aumentar, porque aumenta a quantidade de água e as bactérias vão penetrar mais ainda. A única carne que você lava é o peixe e só para tirar escamas e a barrigada.

2º erro:


A quantidade de detergente que costumamos por na esponja para lavar louça, é mais um hábito condenado pelo doutor Bactéria. O detergente nunca deve ser colocado direto na esponja. Vai ser muito difícil enxaguar todo esse detergente. O resto de detergente que fica junto com os alimentos pode no futuro dar um problema para a sua saúde. Para limpar sem exagero, você precisa apenas de oito (8) gotas de detergente em uma bacia com um litro de água.

3º erro:

Nunca usar tábua de carne de madeira. Na tábua de madeira as bactérias estão te aplaudindo! Tábua sempre de plástico.




4º erro:

Muita gente também evita guardar comida quente na geladeira. Doutor Bactéria derruba um dos mitos mais difundidos entre as donas de casa... Doutor Bactéria: O único problema que pode existir é que vai aumentar um pouquinho o consumo de energia, mas não vai estragar a geladeira de modo algum. Mas nada disso adianta se você guardar na geladeira o recipiente tampado. O ar frio vai bater na tampa. Vai demorar muito para resfriar. As bactérias vão adorar! Então, coloque tudo destampado. Depois de duas horas é que você vai fechar.



5º erro:
As pessoas pegam a lata de leite condensado e fazem dois buraquinhos minúsculos, um de cada lado. Sai leite condensado por um lado e pelo outro entra uma chuva de bactérias. Abram a lata inteira. Use um recipiente que pode ser de plástico ou de vidro e sempre sirvam com uma colherzinha. Depois tampem e guardem em uma geladeira. E quando se fala em doce, a gente não pode esquecer as formigas. Você provavelmente não se importaria se encontrasse uma formiguinha em cima do seu bolo, não é?Doutor Bactéria: E se fosse uma barata?Marina Scherb, de 12 anos: Aí eu não como. Doutor Bactéria: Se a gente pegar uma barata, matar essa barata, deixar no meio da cozinha, no dia seguinte, cadê a barata?Marina: Sumiu. Doutor Bactéria: Quem levou?Marina: As formigas... Doutor Bactéria: A mesma que estava em cima do bolo?Marina: É... (às vezes chegam tarde...).
6º erro:

Ignorar as formigas. Doutor Bactéria: As formigas são consideradas até maiores agentes transmissores de bactérias do que a própria barata. Doce com formiga só pode ter um destino: a lata de lixo. (FAÇA UMA EXPERIÊNCIA: jogue uma porcaria no meio da sua cozinha. Se sua casa/apartamento tiver formiga, elas aparecerão logo para saborear a imundice. Portanto, a formiga é tão nojenta quanto a barata)

7º erro:

Nem na hora dos parabéns o Doutor Bactéria perdoa: Soprar a velinha é o mau hábito que completa o jogo de sete erros. Testes comprovam que o bolo fica contaminado por bactérias de saliva. Esta bactéria produz uma toxina que pode ocasionar aquelas intoxicações com 24 horas de vômito e mal-estar.
Por isso, evite deixar o bolo fora da geladeira.



Daqui por diante, faça a coisa certa e xô bactéria.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

CONSUMO DE OVO & SEUS EFEITOS À SAÚDE

Por mais de 25 anos, os ovos foram considerados os ícones do excesso de gordura, colesterol e calorias das dietas americanas. Por isso, durante todo esse tempo, houve a recomendação para se limitar a sua ingestão, com o objetivo de se reduzir o risco de doenças cardiovasculares (McNAMARA, 2000a). Com base nessas recomendações, o consumo anual de ovo nos Estados Unidos, entre 1970 e 1995, caiu 24% (FRAZAO, 1999). Entretanto, essa redução no consumo de ovo colaborou com apenas 3% na queda dos níveis plasmáticos de colesterol, observada no mesmo período (McNAMARA, 2000a).

Considerando-se os dados de uma meta-análise de 1997, a adição de um ovo por dia na dieta, aumenta os níveis de LDL-colesterol em 4,1mg/dL e de HDL-colesterol em 0,9mg/dL, com conseqüente alteração na razão LDL:HDL (entre 0,01 e 0,03) (CLARKE et al., 1997; McNAMARA, 2000a). Essas modestas mudanças na razão LDL:HDL-colesterol com a adição de um ovo por dia na dieta, são consistentes com os relatos epidemiológicos de que o consumo de ovo não está associado com a incidência de doenças cardiovasculares (McNAMARA, 2000b; SONG & KERNER, 2000). Hu e colaboradores (1999) observaram em seu estudo com 117 mil profissionais de saúde, que não há diferenças no risco relativo de doenças cardiovasculares entre indivíduos que consomem menos de 1 ovo por semana e indivíduos que consomem mais de 1 ovo por dia (HU et al., 1999). Ainda, Kritchevsky & Kritchevsky (2000) realizaram uma revisão de 7 estudos científicos que avaliaram a relação entre o consumo de ovos e as doenças cardiovasculares. Os autores observaram que o consumo de 1 ovo por dia não tem associação com o risco de doenças cardiovasculares.

OVOS & SUAS CARACTERÍSTICAS NUTRICIONAIS

O ovo é uma excelente fonte de importantes nutrientes: proteína de alto valor biológico, vitaminas (riboflavina, vitamina E, vitamina B6, vitamina A, ácido fólico, colina, vitamina K, vitamina D e vitamina B12) e minerais (zinco, cálcio, selênio, fósforo e ferro) (APPLEGATE, 2000).
Devido ao seu teor protéico, o ovo faz parte do grupo de alimentos das carnes, peixes e frangos (APPLEGATE, 2000). Ainda, devido a sua qualidade protéica, o ovo fornece todos os aminoácidos essenciais (LEMON, 2000).

Desta forma, considerando-se os efeitos do ovo nos níveis de colesterol plasmático e suas características nutricionais, não há justificativas científicas para se limitar o consumo de ovo. Entretanto, é importante se considerar a forma de preparo do alimento.

OVO & PERFIL PROTÉICO


Como já indicado anteriormente, o ovo tem uma excelente qualidade protéica, fato que lhe permite ser um alimento substituto de outros alimentos com proteína de alto valor biológico (como carnes vermelhas e frangos). Duas porções de ovos contribuem com cerca de 20% da RDA das necessidades diárias de proteínas (APPLEGATE, 2000), indicando sua importante contribuição para o consumo diário de proteínas.
Por outro lado, quando consumido em associação com outras fontes protéicas, como carne vermelha e frango, o ovo poderá contribuir para o aumento da ingestão de proteínas, que pode ser deletério à saúde. Sabe-se que o alto consumo dietético de proteínas pode comprometer a função renal (CANO et al., 2006; DUENHAS et al., 2003; AZADBAKHT et al., 2003; BUTANI et al., 2002) e a função hepática (DEBSKI et al., 2006; ULUSOY & EREN, 2006; PICHON et al., 2006; CANO et al., 200).

CONCLUSÃO



Devido ao seu perfil nutricional, o ovo deve fazer para da dieta da maioria os indivíduos, com exceção daqueles que apresentam alguma intolerância ou alergia individual. Entretanto, para se obter seus efeitos benéficos, é importante se considerar a técnica dietética aplicada durante seu processamento, bem como a ingestão protéica
diária total.

Referências Bibliográficas
1. APPLEGATE, E. Introduction: nutritional and functional roles of eggs in the diet. J Am Coll Nutr, 19: 495S–498S, 2000.
2. AZADBAKHT, L.; SHAKERHOSSEINI, R.; ATABAK, S.; et al. Beneficiary effect of dietary soy protein on lowering plasma levels of lipid and improving kidney function in type II diabetes with nephropathy. Eur J
Clin Nutr, 57(10):1292-4, 2003.
3. BUTANI, L.; POLINSKY, M.S.; KAISER, B,A.; BALUARTE, H.J. Dietary protein intake significantly affects the serum creatinine concentration. Kidney Int, 61(5):1907, 2002.
4. CANO, N.J.; FOUQUE, D.; LEVERVE, X.M. Application of branched-chain amino acids in human pathological states: renal failure. J Nutr, 136(1 Suppl):299S-307S, 2006.
5. CLARKE, R.; FROST, C.; COLLINS, R.; et al. Dietary lipids and blood cholesterol: Quantitative metaanalysis of metabolic ward studies. BMJ, 314:112–117, 1997.
6. DANIEL, D.R.; THOMPSON, L.D.; SHRIVER, B.J.; et al. Nonhydrogenated cottonseed oil can be used as a deep fat frying medium to reduce trans-fatty acid content in french fries. J Am Diet Assoc, 105 (12):1927-32, 2005.
7. DEBSKI, B.; BERTRANDT, J.; KLOS, A.; GRALAK, M. Influence of folic acid, vitamin B2 and B6 supplementation on feed intake, body and organs weight, and liver fatty acids composition in rats subjected to severe protein deprivation. Pol J Vet Sci, 9(3):185-90, 2006.
8. DUENHAS, M.R.; DRAIBE, S.A.; AVESANI, C.M.; et al. Influence of renal function on spontaneous dietary intake and on nutritional status of chronic renal insufficiency patients. Eur J Clin Nutr, 57 (11): 1473-8, 2003.
9. FRAZAO, E. “America’s Eating Habits. Changes and Consequences.” Washington, DC: USDA
Economic Research Service, 1999.
10. GEUKING, W. Congreso Y Exposición Latinoamericanos Sobre Processamiento De Grasas Y Acetes, 6, 1995, Campinas. Anais... Campinas, 1995.
11. HU, F.B.; STAMPFER, M.J.; RIMM, E.B.; et al. A prospective study of egg consumption and risk of cardiovascular disease in men and women. JAMA, 281:1387–1394, 1999.
12. KRITCHEVSKY, S.B.; KRITCHEVSKY, D.. Egg Consumption and Coronary Heart Disease: An Epidemiologic Overview. J Am Coll Nutr, 19(5): 549S–555S, 2000.
13. LEMON, P.W.R. Beyond the Zone: Protein Needs of Active Individuals. J Am Coll Nutr, 19(5): 513S– 521S, 2000.
14. MCNAMARA, D.J. The Impact of Egg Limitations on Coronary Heart Disease Risk: Do the Numbers Add Up? J Am Coll Nutr, 19(5): 540S–548S, 2000a.
15. MCNAMARA, D.J. Dietary cholesterol and atherosclerosis. Biochim Biophys Acta, 1529(1-3):310-20, 2000b.
16. PICHON, L.; HUNEAU, J.F.; FROMENTIN, G.; TOMÉ, D. A high-protein, high-fat, carbohydrate-free diet reduces energy intake, hepatic lipogenesis, and adiposity in rats. J Nutr, 136 (5): 1256-60, 2006.
17. SONG, W.O.; KERNER, J.M. Nutritional contribution of eggs to American diets. J Am CollNutr, 19: 556S–562S, 2000.
18. ULUSOY, E.; EREN, B. Histological changes of liver glycogen storage in mice (Mus musculus) caused by high-protein diets. Histol Histopathol, 21(9):925-30, 2006.