domingo, 3 de fevereiro de 2013

Hora do dia em que os alimentos são consumidos ajuda a engordar, aponta estudo


A quantidade e o tipo de alimento que está na dieta não são os únicos fatores que definem se uma pessoa engordará ou não. Segundo um novo estudo apresentado na Reunião Anual da Sociedade para o Estudo do Comportamento Ingestivo (SSiB), a hora do dia em que se come, especialmente alimentos com açúcar,  é determinante na soma de quilos extras na balança.
Estudos anteriores já demonstraram que quando os ratos consumiam todas as calorias durante o período inativo, eles ganhavam mais peso do que quando consumiam a mesma quantidade de calorias durante o período ativo.
Mas a equipe, liderada pelos doutores Susanne la Fleur e Andries Kalsbeek no Centro Acadêmico de Medicina da Universidade de Amsterdam, pesquisou de que maneira alguns componentes da dieta, como o açúcar e a gordura, contribuíam para o ganho de peso quando ingeridos em diferentes momentos do dia.
Os pesquisadores dividiram os roedores em três grupos, sendo que um recebeu uma ração normal, outro uma alimentação com gordura saturada e o último uma solução de açúcar. Um grupo de animais consumiu os alimentos no horário que quis, enquanto os outros grupos só foram autorizados a comer durante o período inativo.
Eles descobriram que os ratos que consumiram toda a solução de açúcar no período inativo ganharam mais peso do que os ratos que consumiram a mesma solução durante o período ativo. Eles também ganharam mais peso do que os ratos que consumiram a gordura saturada durante o período inativo.
A pesquisa sugere que os diferentes horários em que o açúcar é consumido tem impacto direto no ganho de peso corporal. “Embora haja muita atenção para o que as pessoas consomem, poucos atentam para o melhor, ou pior, momento para se consumir certos alimentos. ", completa Dr. Oosterman, que participou do estudo.

Fonte: Boa Forma 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Como prevenir doenças transmitidas por alimentos

A maior parte das doenças transmitidas por alimentos são decorrentes de problemas na conservação ou na manipulação dos mesmos. Para prevenir o desenvolvimento de microrganismos nos alimentos podem ser utilizadas algumas estratégias:
  • Lave sempre as mãos antes de manusear os alimentos;
  • Higienize corretamente os alimentos antes do preparo;
  • Não utilize os mesmos utensílios em preparações diferentes para evitar a contaminação cruzada (transporte de microrganismos de um alimento para outro)
  • Fique atento aos prazos de validade e às orientações de conservação indicados pelos fabricantes após os produtos serem abertos;
  • Não coloque "paninhos" ou plásticos nas prateleiras da geladeira;
  • Lave as embalagens antes de levá-las a geladeira;
  • Após serem abertos, os produtos devem ser transferidos para embalagens hermeticamente fechadas, não sendo mantidas na embalagem original.
Seguem abaixo, outras dicas e os períodos em que podem ser conservados alguns produtos na geladeira, para que possam se manter seguros para o consumo.








Fonte: SuperManual, Ministério da Saúde

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Novo cálculo do IMC pode deixar você mais gordo


Pessoas de estatura baixa saem na desvantagem com a nova fórmula para calcular o índice de massa corporal criada por pesquisadores de Oxford



A balança pode marcar o mesmo peso, mas pode ser que o IMC seja diferente, dependendo do cálculo realizado

Se você é baixinho, melhor se preparar para o pior antes de adotar um novo cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal) criado por pesquisadores da Universidade de Oxford. Isso porque, segundo a fórmula pensada por matemáticos da instituição e divulgada pelo jornal britânico The Telegraph, pessoas de baixa estatura podem ser consideradas mais gordas do que pensam, enquanto as altas podem estar em boa forma, se comparada ao diagnóstico tradicional.

A conta que atualmente serve de referência para definir se uma pessoa está acima, abaixo ou no peso ideal foi modificada porque, para os cientistas, o método mais comum não considera que o peso maior não indica necessariamente gordura em quem é alto. Por essa fórmula, criada por Adolphe Quetelet em 1830, ao dividir o peso pelo quadrado da altura (peso/altura²), os baixos saem na vantagem, pois o valor de sua estatura elevada à segunda potência é proporcionalmente maior do que o mesmo número em pessoas altas.
Com isso, estas parecem mais pesadas do que realmente são e aquelas dão a impressão de serem mais leves. Ainda pelo cálculo mais comum, quem tem resultado menor do que 18,5 é considerado abaixo do peso, entre 18,6 e 24,9 é saudável, de 25 a 29,9 o quadro é de sobrepeso, de 30 a 34,9 é obesidade de grau 1, entre 35 e 39,9 há obesidade de grau 2 (severa) e acima de 40 a situação é de obesidade de grau 3 (mórbida).
A nova maneira mantém esses estágios, mas corrige o problema anterior, permitindo que pessoas sejam colocadas em categorias mais adequadas à sua estatura. A fórmula mais recente foi criada pelo pesquisador Nick Trefethen e consiste na multiplicação do peso por 1,3 e na divisão desse resultado pela altura elevada à potência de 2,5.
Como não é fácil fazer essa conta, The Telegraph criou uma calculadora online, em que é possível ver qual é o IMC segundo o método tradicional e o novo, para comparar os resultados.
Fonte:  EXAME

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Ministério da Saúde e Indústria de alimentos fazem acordo para redução do sódio

O Ministério da Saúde e a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia) assinaram nesta terça-feira (28) um acordo para reduzir a adição do sódio nos alimentos industrializados no Brasil.

Alimentos como caldos, temperos, cereais matinais e margarinas devem ter menor quantidade do elemento. A redução será feita aos poucos, até chegar à meta em 2015.

O sódio é o responsável pelo aumento da pressão arterial (Hipertensão Arterial) problema grave de saúde pública que pode aumentar as chances de infartos e acidentes vasculares cerebrais (AVCs).

Pesquisa realizada pelo Ministério da saúde com, 54 mil brasileiros em 2011 revelou que, 22,7 % dos adultos sofrem de Hipertensão Arterial, problema que vêm crescendo de forma preocupante a cada ano.

Todos os alimentos contêm sódio, entretanto o maior vilão é justamente o sal. O sal é o alimento mais rico em sódio da nossa alimentação.
Dentre os alimentos ricos em sódio, podemos destacar os alimentos salgados industrializados, onde o sódio é utilizado muitas vezes como conservante, podendo ser encontrado em doces como bolos e biscoitos recheados.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) determina que o limite de consumo diário de sódio por dia deve ser de 2 gramas, o que equivale a 5 gramas de sal por dia.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) os brasileiros consomem em média 12 gramas de sal por dia.

A meta estabelecida pelo governo é retirar mais de 20 mil toneladas de sódio das prateleiras do país até 2020.

QUALIDADE DE VIDA – Se o consumo de sódio for reduzido (para a recomendação diária da OMS), os óbitos por acidentes vasculares cerebrais podem diminuir em 15%, e as mortes por infarto em 10%. 
Ainda estima-se que 1,5 milhão de brasileiros não precisaria de medicação para hipertensão e a expectativa de vida seria aumentada em até quatro anos.

Alimentos que ajudam no controle da Hipertensão:

  • Aipo
  • Alho
  • Peixes como Atum
  • Tomate
  • Frutas
  • Verduras
  • Azeite de oliva e alimentos ricos em cálcio e potássio.


DICA: Como forma de reduzir a adição de sal nas saladas, utilize temperos como orégano e manjericão.